Archive for the ‘Parques Temáticos’ Category

Tom Hanks já está se preparando para interpretar Walt Disney nos cinemas!

Tom Hanks será Walt Disney no cinema

Tom Hanks está embarcando para Orlando! Ele está no elenco de “Saving Mr. Banks”, em que viverá o criador do Mickey Mouse, Walt Disney, nos cinemas.

A história será sobre a complicada relação de Disney com a autora P.L. Travers, de “Mary Poppins”, quando ele tentava comprar os direitos do livro para transformá-lo em filme. Na época, em 1938, Travers rejeitou a proposta porque não acreditava que o longa faria jus à obra, além dos estúdios Disney nunca terem produzido um live-action (filme com atores reais) até então. Ela nem imaginava todo o sucesso que viria…

“Saving Mr. Banks” começa a ser filmado no começo de novembro, em Anaheim, a Disney da Califórnia. Emma Thompson interpretará a autora. Colin Farrell, Rachel Griffiths (da série “Brothers & Sisters”) , Bradley Whitford (da série “The West Wing”) e B.J. Novak (da série “The Office”) também estão no elenco.

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MISTÉRIO! O Universal Studios está preparando algo muito grande!

O Universal Orlando Resort brincou em sua página do Facebook que algo grande está chegando em seus parques em breve. Quem esteve no Universal Studios recentemente viu dois grandes projetos de construção em andamento. Os rumores dizem que um é a Transformers Ride e o outro é a expansão do The Wizarding World of Harry Potter. O anúncio do que está vindo será as 19h30, em 01 de novembro de 2012!

Veja abaixo o post que Universal Orlando Resort lançou em sua página oficial no Facebook:

Mistério no Universal

A contagem regressiva dos fãs já começou: Temos algo GRANDE vindo para o Universal Orlando. Tão GRANDE, que vai explodir sua mente quando o relógio marcar zero horas! O que pode ser?

Um fã fez uma pequena pesquisa e descobriu que na teia de codificação para o relógio de contagem regressiva foi intitulado “TransformerCoundown_clock.swf”. Depois que foi descoberto, ele foi rapidamente alterado para “uorclock.swf”.

Abaixo está uma fotografia aérea do canteiro de obras que mostra claramente um layout de pista que poderá ser a Transformers Ride. O parque Universal Hollywood abriu sua ride Transformers no início deste ano e, enquanto estava sendo construído, parecia muito similar.

Transformers ride
Embora nada seja oficial ainda, o maior rumor é de que o anúncio será sobre a nova montanha-russa  Transformers! Será que vamos ter mais informações sobre a expansão de The Wizzarding World of Harry Potter, ou algo mais?

 

 

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Divulgados os eventos do Reveillon da Walt Disney Resort 2013

Castelo da Cinderela iluminado para o Reveillon

No Epcot, os visitantes poderão festejar o final de 2012 com a batida dos DJs estacionados em pavilhões selecionados ao longo da noite e assistir ‘IllumiNations: Reflections of Earth “saudando o ano novo das 7 pm às 11:42 pm, além de participar de um buffet inspirado nos clássicos Fantasia e Fantasia 2000. Terão uma reserva especial disponível entre  16:30 – 22:30 Com um preço de $ 68,67 para adultos e $ 44,37 para crianças.  Valores cobrado a parte do ingresso, porém indispensável para garantir o pagamento da reserva

O  Hollywood Studios promete um Ano Novo com  muito rock and roll! ‘The Mulch, Sweat, and Shears New Years Eve Spectacular’ decola em um palco especialmente construído na frente de Hollywood Studios próximo ao chapéu do feiticeiro com rock contemporâneo, funk e os clássicos do rock and roll. Os quatro shows com seus respectivos temas contará com fogos de artifício e efeitos especiais a fim de acolher o início de 2013!

No DisneyQuest, localizado no Downtown Disney, terá uma celebração cibernética entre 8 pm e  1 am.  Os participantes irão de divertir com muita festa com direito a DJ,  personagens, além de acesso ilimitado aos jogos e atrações do DisneyQuest incluindo Piratas do Caribe, Virtual Jungle Cruise and CyberSpace Mountain.  Após a badalada da meia noite haverá uma chuva de confetes.

No Cirque du Soleil, localizado no Downtown Disney, todos os convidados presentes no show do dia 31 dezembro receberá uma edição limitada de Walt Walt Disney World/Cirque trading pin.  Os shows serão realizados às 6 pm e 9 pm.

O Restaurante Narcoosee do (Resort Disney Grand Floridian Resort & Spa) vai oferecer um jantar especial por $ 161,85 para adultos e $ 77,19 para cada criança, além de DJ, balões artísticos e fogos de artifício.

Atlantic Dance Hall at Disney Boardwalk oferece uma festa de fim de ano com ticket especial de Réveillon das 08:00 pm às 02:00 am com um Vídeo DJ o e visualização limitada de fogos de artifício do Epcot.

Faça já a sua reserva, alugue sua Casa Na Disney e venha passar a virada do ano em Orlando!

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Quarto capítulo da série: Biografia de Walt Disney


Primeiro Capitulo: A Fuga part. 4

Apesar das declarações dos filhos sobre a frugalidade do pai, Elias Disney não guardava todo o dinheiro. Continuou a investir e especular na esperança de ainda poder ficar rico, mesmo em sua idade avançada. Elias começou a investir pouco depois de chegar a Kansas City – e a investir pesado. Flora comprou cem ações, em abril, da O-Zell . Elias comprou mais duas mil poucas semanas depois. Em maio de 1915, comprou mais 1.054 ações e outras 3.700 e setembro daquele ano. No ano seguinte, comprou 50 ações com as economias de Walt e mais 275 ações para si mesmo – tudo a US$1 por ação. Em dezembro de 1916, com os funcionários da O-Zell queixando-se de “dificuldades” nos negócios  Elias concordou em investir mais US$ 3 mil e se mudar para Chicago a fim de trabalhar na fábrica sob a condição de que Walt fosse colocado na folha de pagamento “um pouco mais tarde”.
Quando chegou a Chicago no fim do verão, Walt se registrou como calouro na William McKinley High School, no West Side de Chicago. Mas McKinley, como Benton, despertava-lhe pouco mais interesse. O desenho, sim, e Walt mergulhou nele com a mesmo alacridade com que o fizera em Kansas City. Walt demostrou um talento artístico incomum para os professores, e se tornou cartunista da The Voice, a revista da escola. Walt parece ter ficado a maior parte daquele ano desenhando caricaturas para The Voice, muitas delas com conteúdo político, comentando a guerra. Sua irmã afirmou que, durante os encontros sociais da escola realizados todas as quintas-feiras à tarde, ele se levantava e desenhava. Walt era tão excepcional em ilustração que, quando sua professora de arte passou o trabalho de casa para desenhar o corpo humano, Walt apresentou-lhe um desenho perfeito, ela pensou que ele o copiara e ordenou-lhe que fizesse outro na frente da classe. The Voice chamava Walt de “artista”.
No inverno, estimulado por um dos editores da The Voice, tinha aula três vezes por semana no centro da cidade, na Academia de Belas Artes de Chicago. Walt levou o pai a pagar pelas aulas, convencendo-o de que tinham valor educacional. Foi a primeira vez que Walt trabalhou com modelos vivos, e ficou tão envolvido no processo que não parava de desenhar nem para ir ao banheiro. Mas, apesar das aulas, Walt percebeu que jamais seria um grande artista e que seu talento estava na caricatura.

     Então, percebendo talvez o quanto eram pequenas as chances de conseguir trabalhar em um jornal, ele ainda não abandonara completamente a ideia do show business,  mas quando a escola fechou no verão, ele não buscou nem o desenho e nem o show business. Em vez disso, arranjou trabalho na fábrica O-Zell, construindo caixas, esmagando maçãs para obter pectrina e tomando conta de uma máquina de lavar  e tampar ops vidros de geleia. Às vezes, substituía alguém como vigia noturno, mas Sarah Scrogin, a jovem esposa do presidente da O-Zell, viu seus desenhos e estimulou. Ela também encarregou Walt de desenhar o cartaz para o piquenique anual e deu-lhe tempo durante o trabalho para fazê-lo.

Em julho, entretanto deixou o trabalho na O-Zell por outro no carreio como entregador de correspondência substituto. Em 3 de Setembro, Walt acabara de completar seu roteiro e estava caminhando pelo posto do correio no edifício Federal de Chicago, quando ouviu um barulho que descreveu como “VRUMMMMM!!!!” – uma explosão ensurdecedora que sacudiu o piso. No saguão, caía pó de todos os lados. A policia imediatamente fechou o edifício. Descobriu-se que alguém havia plantado uma bomba, ferindo 30 pessoas e matando quatro, inclusive um homem que trabalhava a duas mesas de distância de Walt. As autoridades discutiam se os criminosos eram radicais que esperavam libertar o cabeça da ala esquerda do sindicato trabalhista Industrial Workers of the World, William Haywood, que estava no 18° andar do edifício, ou anarquistas, ou ainda alemães.
Com a poupança do seu trabalho no correio, Walt deu entrada em uma câmera. Começou por filmar a si mesmo como Chaplin na rua atrás da casa de seus pais, com seu amigo Russell Maas. Walt teve a ideia de fazer filmes para crianças, mas, antes que pudesse realizar o projeto, a câmera foi tomada de volta pela loja.

Walt em sua adolescência.

Embora namorasse o entretenimento, contraía o vírus da guerra. Dois de seus irmãos já estavam prestando serviço militar: Ray tinha sido convocado para o exército e Roy, que se alistara voluntariamente, encontrava-se na estação naval. Embora fosse menor de idade, apenas 16 anos, Walt admitiu que se sentia envergonhado por permanecer em casa enquanto outros marchavam para a guerra.
Até mesmo antes de ir trabalhar nos correios, Walt tentara alistar-se na Marinha junto com Maas, mas ambos foram rejeitados por serem muito jovens. Foi Maas quem teve a ideia de juntar-se ao Corpo de Ambulância da Cruz Vermelha, pois a Cruz Vermelha nõ era tão rigorosa quanto as forças armadas, e a idade permitida para alistamento era 17 anos, não 18, como nos serviços regulares.  Como tinham apenas 16 anos, alistaram-se sob nomes falsos, mas a artimanha não deu certo. Eles ainda precisavam da assinatura dos pais para certificar a idade e, de qualquer maneira, a mãe de Maas achou um par de meias em sua mala de viagem, suspeitou de que algo estivesse acontecendo e alertou Flora. Depois que Walt confessou, Elias se recusou a assinar os papéis. “Se eu fizesse isso”, disse, “poderia estar assinado sua sentença de morte.” Flora não estava mais ansiosa que o marido para mandar o filho caçula para a guerra, mas Walt implorou, e ela, finalmente, cedeu, assinando por ela e por Elias e dizendo que, se não assinasse, provavelmente ele fugiria.
Ele só pensava na guerra como uma aventura. O trinamento pedia uma semana dirigindo ambulâncias e caminhões, outra semana em oficinas, aprendendo antes de zarpar para a França. Em poucos dias, porém, contraiu a influenza, uma epidemia que logo daria volta ao mundo e resultaria em 20 milhões de mortes. Como os hospitais eram considerados lugares não seguros, Walt foi levado de ambulância para casa para se recuperar. Quando isso aconteceu, três semanas depois sua companhia partiu para França. Walt voltou para o acampamento e foi mandado de trem para a França. Enquanto estava no acampamento King recebeu noticias que para ele foram terrivelmente decepcionantes: fora assinado um armistícia e a guerra acabara. “Todos os demais celebravam o fim da guerra, mas nós sabíamos que tínhamos ficado de fora de algo muito importante”, disse Walt. Ele convenceu-se de que agora seria mandado de volta para casa, mas a companhia foi acordada às três da manhã e informada de que 50 deles iriam para a França para ajudar na ocupação. Walt foi o último dos 50 nomes chamados. Walt, pequeno, com cara de jovem e parecendo mais jovem ainda, celebrou seu 17° aniversário logo depois da chegada. Na semana seguinte, a companhia foi despachada de caminhão para Paris para aclamar o presidente Woodrow Wilson em sua aparição na conferencia de paz.

Walt, com o caminhão da ambulância, em que dirigia na França.

Quando não estava dirigindo ou em pequenas viagens, fazia o que sempre fizera. Desenhava – cenas cômicas para o cardápio da cantina, apresentando um personagem que havia inventado. um soldado de infantaria, cartazes anunciando chocolate quente e chuveiro para soldados, desenhos nas janelas de lona das ambulâncias, caricaturas de seus colegas voluntários para que enviassem para as suas garotas e famílias, pelas quais Walt cobrava, caricaturas para os editoriais da McKinley Voice e para os amigos nos EUA com sentimentos ásperos, como, por exemplo, uma em que um soldado da Força Expedicionária Americana empurrava o Kaiser alemão de um penhasco e dizia: “Caia fora e fique longe”. Ele desenhava sentado em um tripé, que montou na base militar, sob a janela, e em seu caminhão.

Apesar de toda essa diversão na França, Walt sentia cada vez mais saudade de casa. “A França é um lugar interessante”, escreveu para The McKinley Voice, “mas, mesmo assim, quero ir para…”, e inseriu na carta uma caricatura de um homem gritando, “Oh! Eu quero voltar para a minha mamãe”.  Em julho, foi novamente designado para Paris, e mais tarde, diria que, ao observar Pershing ir embora com seus soldados no inicio de setembro, foi subitamente envolvido pela solidão e imediatamente pediu para ser desmobilizado. Mas isso fazia parte do sentimento dramático dos Disney.

Mas Walt Disney voltara outro homem da França. Começara a fumar na França, um hábito que era um anátema para o pai. Mais que isso, mudara emocionalmente, adquirindo na França, ele disse, “experiência de vida de uma só vez”. Walt havia amadurecido, tornara-se mais confiante e independente. “Eu estava resolvido”, foi como explicou mais tarde. “Eu… era capaz de traçar uma linha direta até o meu objetivo. E fui atrás dele.”

Havia abrigado duas ambições alternativas – ser ator ou ser artista. Então, o adolescente de 17 anos  Walt Disney, recém armado de confiança e determinação para evitar o destino do pai, a tristeza e o desapontamento constantes, faria o que os Disney sempre fizeram. Perseguia a sua oportunidade. Escaparia.

Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.

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Disney Lança Itens Comemorativos de 30 Anos Do Parque Epcot!

Epcot 30 anos

No dia 1 de outubro o parque temático Epcot completa 30 anos e a Disney lançou  novos produtos para comemorar esta data.

No dia do aniversário do Epcot haverá apresentações no parque, um “momento” de aniversário e muito mais, incluindo um show especial do “IllumiNations: Reflections of Earth”.

Confira os produtos:

Epcot 30 anos

Epcot 30 anos

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Terceiro Capitulo da série: Biografia de Walt Disney

Walt Disney e Mickey Mouse

Confira o Primeiro e o Segundo capitulo da série

Primeiro Capitulo: A Fuga part. 3

Casa onde a família Disney viveu no Kansas CityCasa onde a família Disney viveu no Kansas City.

Para Elias, a mudança para Kansas City foi outra admissão de derrota. Se Kansas City foi um declínio em relação a Marceline, a casa que fora morar também desapontou. Era tão pequena que, quando os parentes os visitavam, Toy e Walt tinham de ir para o que chamavam de “celeiro”, um abrigo do lado de fora. A única graça para as crianças, lembrou Ruth, era a proximidade do parque de diversões Fairmount, “um mundo encantado em que não se podia entrar”.

E se a cidade e a casa representavam um declínio, o emprego de Elias era ainda mais humilhante. Ele se inscreveu no guia de Kansas City como “guarda-livros”. Na verdade, vendera a fazenda em Marceline e comprara uma distribuidora de jornais em Kansas City. Se Elias se envergonhava ou não de entregar jornais, ou se existiria alguma vantagem comercial nisso, o fato é que inscreveu o filho Roy, de 18 anos, como dono da empresa.

Os clientes pagavam 45 centavos por semana por 13 edições do matutino Times e do vespertino Star, dos quais Elias ficava com 21 centavos – cerca de US$ 31 dólares por semana. A distribuidora não era apenas um meio de ganhar a vida – ela se tornou o estilo de vida dos Disney, já que tudo o mais estava subordinado à entrega dos jornais.

Com apenas nove anos de idade, Walt ficava preso à distribuição dos jornais. Nos dias de semana, levantava-se cedo, no escuro, para pegar sua cota de 50 exemplares e entregá-los no primeiro ano a pé, no segundo, de bicicleta. A principio, Walt ficou entusiasmado com a distribuição de jornais. Disse que gostava de ver os homens que cuidavam dos lampiões de rua desligarem o gás todas as manhãs enquanto ele entregava os jornais e acendê-los novamente durante a tarde. Mas seu entusiasmo se evaporou rapidamente. O star concedera a distribuição a Elias com relutância, temendo que estivesse velho demais, e ele estava ansioso para não desapontar o jornal.

Walt Disney tinha de subir o caminho da entrada de todas as casas até a porta. Às vezes, um cliente não via o jornal entre as duas portas, e Elias tinha de mandar Walt entregá-lo novamente. Foi pior depois que Roy se graduou no secundário e largou a entrega de jornais para trabalhar em um banco, e Walt assumiu a clientela do irmão. Elias contratou vários outros garotos, mas, com frequência, não eram confiáveis e, uma vez mais, Walt era despachado para entregar os jornais nas casas que os garotos haviam ignorado, e foi assim que convenceu o pai a lhe dar uma bicicleta.

A esse cenário de trabalho duro à Dickens (escritor inglês  que retratou as duras condições de trabalho de mulheres e crianças durante a Revolução Industrial na Inglaterra) somava-se o fato de que Elias ficava com o dinheiro que Walt ganhava vendendo seus próprios jornais no bonde e o investia, de forma que, além de tabalhar como entregador da farmácia, o garoto começou a trabalhar em uma loja de doces durante as férias para ganhar dinheiro e comprar mais jornais para vender sem o conhecimento de Elias. ” O resultado é que trabalhava o tempo todo”, Walt Disney disse a um entrevistador. “Quer dizer, eu não tinha uma hora em que pudesse brincar”. Qualquer folga que tinha para brincadeiras era roubada a entrega de jornais.

Além da opressão do roteiro de entrega dos jornais, havia a humilhação de, ao menos no início, ela mal prover dinheiro suficiente, forçando os Disney a complementar sua renda. Durante o verão, Walt também entregava entradas de cinema e vendia sorvete no roteiro, e Elias combinou com os laticínios McAllister, de Marceline, que lhe enviassem manteiga e ovos, para que fossem revendidos para os clientes de jornal. E, quando estava muito doente para fazer entregas, Elias fazia Walt faltar à escola  para que ele e Flora cumprissem as entregas.

Escola BentonEscola Benton, onde Walt Disney estudou – Kansas City

Elias sempre pagava suas contas em dinheiro e nunca devia dinheiro a ninguém, e tentou impor aos filhos a mesma austeridade financeira. A frugalidade, a disciplina, o silêncio e a recriminação sempre foram componentes da personalidade de Elias Disney, orgulhava-se de sua moralidade severa. Walt considerava o pai tão distante e teimoso que mal falava com ele. Como observou um colega de infância de Walt: “Toda a família Disney me parecia distante e inflexível”.

Em Kansas City, no entanto, Elias tornou-se ainda mais mal-humorado e indiferente. Ele, já com 55, anos, perdia suas forças. O declínio também podia ser visto em seu estado de espírito. Desistiria do violino, sua única diversão, quando cortou a mão em uma corda e não conseguiu mais segurar o instrumento. Walt dizia que o temperamento de Elias era “violento” e que não se podia discutir com ele sem desafiar sua ira.

Elias parecia ainda mais zangado após a mudança, e depois de outro desapontamento, e Walt, ao menos de seu próprio ponto de vista, tornou-se o principal alvo da raiva do pai. De fato, à medida que crescia, Walt Disney se tornava a antítese de Elias Disney, quase como se forçasse a si mesmo a ser assim como uma forma de rebelião. Enquanto Elias era tristonho, Walt, apesar de suas dificuldades e queixas, era alegre. Não era apenas o espírito brincalhão de Walt que contrastava com a severidade do pai. Enquanto Elias trabalhava duro e era dominador, Walt era cheio de entusiasmo. Até Elias concordava que Walt “fazia o que queria sem nunca pensar nas consequências. Sempre tocava suas ideias adiante quer dispusesse de meios ou não”. Roy dizia que Walt sempre dava toda a sua atenças à pessoa com quem estivesse falando, o que “passava a impressão de um profundo interesse pessoal”

Quebrado de tanto trabalhar, Elias era agora derrotado dentro da família também. Walt nunca foi próximo de Herbert ou Ray, que haviam deixado a casa paterna anos antes, embora ambos vivessem em Kansas City, e se referia a eles como “estranhos para mim durante toda a minha vida”. Roy e Walt desenvolveram uma relação muito íntima, tão próxima que Walt parecia vê-lo menos como irmão que como um pai substituto, confiando nele como nunca poderia confiar em Elias. Roy assumia de boa vontade o papel de pai, sentindo-se tão próximo de Walt quanto este se sentia dele.

Walt encontrava alívio fora da família, duas portas acima na rua. Os Pfeiffer eram, segundo Walt Pfeiffer, “a verdadeira família” de Walt. Na verdade, os Pfeiffer “adotaram” Walt, que escapou para dentro dessa família. Walt conheceu Walt Pfeiffer no quinto ano da escola Benton, antes mesmo que os Disney tivessem se mudado para o mesmo quarteirão em que viviam os Pfeiffer.

Na casa dos Disney, Elias, achando que Walt se tornaria músico, insistia em lhe dar aulas de violino e lhe dava um tapa no ombro quando o filho errava. Mas o que era motivo de punição na casa dos Disney, era razão de alegria na casa dos Pifeffer. A irmã de Walt Pfeiffer, Kitty, tocava piano enquanto os outros cantavam, e acompanhavam seu irmão e Walt quando os dois encenavam seus quadros cômicos.  No quinto ano entrou na sala como Abraham Lincoln. Ele tinha decorado o discurso de Gettysburg para recitar. Deliciado, o professor de Walt disse que ele seria um ator – “porque eu semicerrava os olhos em certas passagens” – e chamou o diretor, que, então, exibiu Walt em todas as salas de aula.

Walt e Disney e Walt PfeiffeWalt e Disney e Walt Pfeiffer, ambos vestidos de Abraham Lincoln

Logo os “dois Walters maus”, como Pfeiffer e Disney chamavam a si mesmos, estavam atuando rotineiramente na escola. Com o sr. Pfeiffer ensinando-lhes e ensaiando-os começaram a entrar nos concursos de talento realizados no cinema local. Mesmo sendo o ato amadorístico, e aplaudido, tanto pela juventude quanto pelo talento, Walt Disney se viu fisgado pela atuação artística – físgado pelo prazer de representar, como fora fisgado em Marceline pelo reconhecimento de seu talento para o desenho.

Durante a maior parte do seu tempo, no entanto, o jovem Walt Disney estava isolado em seu próprio mundo – longe do roteiro de Elias e da escola. Os Pfeiffe e as representações proviam uma fuga para os aborrecimentos. O desenho continuava a representar outra, mais forte ainda. Ele nunca parou de desenhar. Sempre disposta a encoraja-lo, Daisy Beck, sua professora, fez com que desenhasse cartazes para os eventos escolares, e Walt Pfeiffer disse que Walt começou a fazer anúncios de desenhos animados em painéis de vidro para o cinema Agnes. Desenhava mesmo que nem sempre fosse socialmente aceitável desenhar. “Era meio efeminado um cara desenhar”, admitiu Walt Pfeiffer, mas isso não deteve Walt Disney. Ele desenhava, e desenhava bem para um garoto de sua idade.

E não foi somente na escola Benton que Walt atraiu atenção para sua arte. Ele costumava passar algum tempo numa barbearia, onde desenhava caricaturas preguiçosamente impressionando, o proprietário, Berr Hudson. Mais importante que o dinheiro para Walt, Hudson pôs os desenhos em uma moldura especial e pendurou-os na janela. Até Elas admitiu que os desenhos se tornaram uma atração: “Os vizinhos iam até a loja para ver o que o jovem Disney tinha feito para aquela semana”.

Exatamente quando contemplava a possibilidade de uma carreira como artista e recebia elogios por suas representações, Walt começou a pensar em ser cartunista de jornal. Ele disse ao Kansas City Journal Post quase 20 anos depois. “Eu realmente acho que foi o que iniciou minha carreira de artista”

Desenhos de Walt DisneyUm dos desenhos de Walt Disney

Então, Elias Disney escapou novamente. Durante anos vinha investindo seu dinheiro em uma companhia de geleias e sucos de frutas de Chicago, chamada O-Zell. Em março, vendeu o roteiro de entregas de jornais e comprou cotas adicionais da O-Zell, com  a companhia, obviamente sentindo que, dessa vez, poderia, finalmente, encontrar o sucesso que fugia dele há tanto tempo. Aos 57 anos, esta seria, quase certamente, a última chance que teria de rivalizar com o irmão. Walt, por sugestão de Roy ou Herbert, assinou um contrato com a Van Noyes Interstate News Company e passou o resto do verão como vendedor de jornais, doces, refrigerantes e tabaco para os passageiros do trem de Santa Fé, na viagem entre Kansas City e Spiro, em Oklahoma. Dois meses depois pediu demissão.
Nessa altura, Roy havia partido. A América entrou na I Guerra Mundial na primavera daquele ano, e Roy ingressou na Marinha apenas 14 dias depois da formatura de Walt, que também foi embora no verão, para reunir-se aos pais em Chicago.

Em Kansas City, Walt Disney não apenas começou a direcionar sua fuga; ele começou a criar a própria indentidade Walt Disney – a ideia de alguém que venceu a pobreza, as dificuldades e a indiferença.

Continua…

Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.

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Série: Curiosidades sobre Orlando Parte 4


A Casa na Disney, toda semana, mostra para você diferentes curiosidade sobre Orlando, a cidade mágica da Flórida, e esta semana trouxemos mais cinco curiosidades para você ficar por dentro de tudo que acontece em Orlando!
1-Há quase 200 campos de golfe na região, o que faz de Orlando um dos melhores lugares do mundo para a prática do esporte. Jogadores famosos, como Tiger Woods e Arnold Palmer, estão sempre por lá. Dá para arriscar algumas tacadas, inclusive, dentro da Disney

2- Quando as sirenes soarem na Island Of Adventure, corra para a área Marvel Super Hero Island. Você verá os X-Men e outros heróis desfilando.

3-  O Legoland foi erguido no terreno anteriormente ocupado pelo Cypress Gardens, primeiro parque temático da região, que funcionava como jardim botânico desde 1936.

 
4- O maior Hard Rock Cafe do mundo está em Orlando e concentra mais peças da memória do rock do que qualquer outro local, incluindo alguns tijolos originais do The Cavern Club, onde os Beatles tocavam.

5- Uma enquete realizada entre os brasileiros definiu que um dos golfinhos do Discovery Cove seria batizado com o nome de Ipanema.

Fique de olho no site Casa Na Disney ou no Facebook/casanadisney e siga @CasanaDisney no Twitter para ficar por dentro de todas as novidades e curiosidades de Orlando.

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Segundo capitulo da série: Biografia de Walt Disney

Walt Disney e seu personagem favorito

Clique aqui se você perdeu o primeiro capitulo da série.

Primeiro Capitulo: A Fuga part. 2

Réplica da casa onde Walt Disney morou no Missouri

Walt Disney se lembraria de Marceline, Missouri. Ele se lembraria dela mais vividamente que qualquer outra coisa de sua infância, talvez mais do que qualquer outro lugar em toda sua vida.

“Marceline foi a parte mais importante na vida de Walt”, disse sua esposa. “Ele não viveu muito tempo lá. Viveu em Chicago e Kansas City por muito mais tempo. Mas havia alguma coisa na fazenda que foi muito importante para ele”. Ele se lembraria da chegada da família – “Eu me recordo claramente de todos os detalhes”, diria mais tarde.

Walt Sempre recordaria a fazenda pelo prisma da imigração de uma criança e sempre pensaria nela como um paraíso, apesar de seu tamanho modesto. Brincadeiras não faltavam: havia raposas, coelhos, esquilos e guaxinins. E havia passarinhos. Dos 45 acres, cinco eram ocupados por um pomar, onde havia macieiras, pessegueiros e ameixeiras, além de videiras e amoreiras. “Tínhamos tipos de maçãs de que nunca se ouviu falar” recordou-se Walt. ” Era simplesmente um paraíso para as crianças da cidade” disse Roy, exatamente o que Elias pretendia que fosse.

E porque a casa ficava no campo, tudo parecia celestial, mesmo quando não era. A casa de fazenda de um andar em que os Disney viviam era de construção grosseira, tão apertada que a sala de estar nos fundos teve de ser convertida em quarto de dormir para Herbert e Ray. Mas rodeada de vegetação, “um lugar muito bonito” disse a tia de Elias. Walt disney recordou, “qualquer coisa que tivesse ligação com Marceline era um prazer para nós”.

Ruth e Walt

Walt sempre se referia a essa época como seus dias lenientes. Ele não entrou para a escola aos sete anos, porque, segundo contou, não havia ninguém para levá-lo e porque sus pais decidiram que poderia esperar mais um ano para acompanhar sua irmã, Ruth, quando ela fosse à escola.

Mas, de qualquer maneira, a escola não lhe pareceu muito atraente, exceto como um palco para atuar e sua única recordação da educação em Marceline  foi uma traquinagem: quando sua professora pediu que as crianças trouxessem varas finas e flexíveis para usar nos estudantes de mau comportamento, Walt, disfarçadamente, pôs uma vara mais grossa de madeira sobre a mesa dela, sabendo, segundo confessou, que arrancaria risadas dos colegas, e foi castigado pela professora com a citada vara.

Quando não estava na escola ou na fazenda, frequentemente passava as tardes pescando com os garotos da vizinhança. No inverno, deslizavam de trenó ou esquis no rio congelado, fazendo uma fogueira na margem para se aquecerem. Até os domingos não eram mais exclusivamente dedicados à igreja e à escola porque não havia igreja Congregacional em Marceline. Em vez disso, os Disney passavam o dia na casa de Taylor, pouco adiante, na mesma estrada, onde Elias tirava o violino do estojo e tocava com os vizinhos.

Mas Walt não amaria, lembraria e manteria vivas pelo resto de sua vida apenas as recordações da impressão acolhedora de Marceline ou dos ritos culturais de passagens que lá experimentou; ele lembraria também do espírito de comunidade. Em Marceline as pessoas se preocupavam; ele lembraria também do espirito de comunidade. Em Marceline as pessoas se preocupavam e eram tolerantes umas com as outras, ” Tudo era feito com a ajuda da comunidade”, recordou Walt.

Não seria apenas da comunidade que ele se lembraria. Durante o tempo em que morou em Marceline, pela primeira e última vez, a numerosa família Disney foi presente na vida de Walt,e  ele, claramente, sentia prazer com a atenção dos parentes. As frequentes visitas de tio Robert à propriedade de Elias eram, por sua vez, lembretes das pretensões em família.

Robert saltava do trem como se fosse um rei e era exatamente como agia em relação ao irmão mais velho. Ele mantinha uma carruagem na fazenda de Elias e esperava que este fosse buscá-lo.  Se Elias ficava ou não ressentido, não se sabe. Mesmo assim, Walt gostava dessas visitas por causa da esposa de Robert, tia Margaret – a única tia, ele disse, que chamava de “titia”. Ela habitualmente lhe trazia presentes, um grande bloco de desenhos Big Chief e lápis.

Para a maioria das crianças, esses presentes teriam parecido perfunctórios. Para Walt, vieram a representar outra coisa importante que levou de Marceline: uma nascente consciência de si mesmo e o primeiro reconhecimento de seu talento. Walt apreciava artes e afirmou que se interessou pelo desenho “quase ao mesmo tempo em que, pela primeira vez, segurei um lápis”. Mas foi só a partir das visitas de tia Margaret que começou a ser estimulado. “Ela costumava me fazer sentir como se eu realmente fosse um garoto maravilha!”, disse admitindo que tia Margaret tinha “jeito para bajular”.

A felicidade em Marceline só era sabotada por uma coisa: Elias Disney não tinha absolutamente nenhuma aptidão para administrar uma fazenda. As crianças Disney lembram que Flora tinha de colocar manteiga no fundo dos pães que distribuía entre eles para que o pai não visse consumir uma das fontes de renda da família.

Se o dinheiro foi o que derrotou Elias, foi o dinheiro também que separou a família Disney. Em 1907, Herbert e Ray tinham combinado com o tio Robert que plantariam um pouco de trigo em suas terras e, naquele outono, receberam a ajuda de vizinhos para colher a safra. Elias perguntou aos filhos o que pretendiam fazer com o dinheiro e um deles disse que ia comprar um relógio de algibeira. Elias ficou fulo com a concessão de luxo e disse que ele próprio ficaria com o dinheiro para ajudar a pagar a fazenda. “Aquela foi a gota d”água”, disse um vizinho. Naquele mesmo dia, Herbert e Ray retiraram seu dinheiro do banco e, à noite, saíram por uma janela da casa da família e pularam para dentro de um trem ruma a Chicago. A ofensa causada por sus partida foi tão profunda que, quase cem anos depois, membros da família ainda hesitavam em discutir o incidente.

Os irmão foram para Kansas City, onde tio Robert conseguiu um emprego para eles. De vez em quando os dois visitavam os pais em Marceline, mas a ferida nunca fechou completamente. Quando mandavam suas roupas velhas para que a mãe as reformasse para Roy e Walt, Herbert e Ray, às vezes, punham dentro de um bolso um pedaço de tabaco de mascar, sabendo que isso provocaria o moralismo do pai.

Sem a ajuda de Herbert e Ray, a fazenda se tornou um fardo ainda mais pesado. Elias, que trabalhava duro, atribuía as adversidades ao sistema, que forçava os fazendeiros a comercializar as safras por meio de atravessadores e monopólios, que ficavam com os lucros que, ele acreditava, os próprios fazendeiros mereciam. Um mês após a partida de seus filhos, Elias e M.A. Coffman, o vizinho da família, fundaram a seção local da American Society of Equity, que descreviam como um sindicato de fazendeiros. O envolvimento de Elias logo rotulou-o como “radical”, segundo um vizinho.

Mas o radicalismo de Elias era uma desculpa, não um remédio. A fazenda o derrotou. A queda dos preços das safras em todo país o pressionou. Além disso, no início daquele ano, ele caíra doente com febre tifoide ou difteria, o que o deixou fraco e incapaz de trabalhar. Flora estava convencida de que a doença era causada pelas preocupações e insistiu para que vendesse a fazenda. No outono, ele efetuou a venda, e em novembro daquele ano, Elias fez um leilão para vender seus animais e implementos agrícolas.

Os Disney mudaram-se para uma casa pequena, de quatro aposentos, na avenida Kansas para que as crianças pudessem completar o ano escolar enquanto Elias se recuperava. Mas a Marceline em que viviam agora era um lugar muito diferente daquele onde haviam chegado cinco anos antes. Esta Marceline não seria, entretanto, a Marceline que Walt Disney recordaria. Sua cidade era rústica e a se tornaria mais rústica ainda em sua memória. Ele idealizou Marceline. “Sinto pena das pessoas que vivem em cidades grandes durante toda a vida”, disse mais tarde. “elas não têm uma cidadezinha natal. Eu tenho”. Seus sócios diziam que as recordações que Walt tinha da cidade, dos acontecimentos e dos animais eram quase completas.

Como o próprio Disney admitiu, os efeitos de Marceline eram sentidos até mesmo em seus primeiros desenhos animados, na preocupação com a vida na fazenda e com os animais. Era como se Marceline fosse um exemplo de como a vida supostamente deveria ser. Ele estava tentando recriar a cidade. Anos depois falando com grande entusiamos sobre a vida no campo, Walt disse “é um sentimento de liberdade em relação aos animais e às pessoas que vivem lá. Isso é o que se experimenta quando se vai para o campo. Escapa-se do mundo do dia a dia – da hostilidade e da luta. Escapa-se para onde tudo é livre e bonito”. Ele passaria o resto de sua via tentando recuperar essa sensação.

Continua….

Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.

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Série: Curiosidades sobre Orlando – Parte 3


A Casa na Disney, toda semana, mostra para você diferentes curiosidade sobre a cidade mágica da Flórida, e esta semana trouxemos mais cinco curiosidades para você ficar por dentro de tudo que acontece em Orlando!
1-Walt Disney faleceu em 1966, cinco anos antes da inauguração do Magic Kingdom, e não viu sua obra prima

Foto de Walt Disney, para a revista LIFE, ao lado de suas criações.

2- O “Mickey’s PhilharMagic“, atração do Magic Kingdom, conta com a maior tela de projeção com exibição regular do mundo, medindo 46 m de comprimento e 8,5 de altura.

Palco onde localiza-se a tela de projeção do “Mickey’s PhilharMagic“

3-Em Janeiro de 2011, menos de sete meses após a inauguração do The Wizarding World of Harry Potter, a Universal Orlando alcançou a marca de 1 milhão de cervejas amanteigadas vendidas. Um sucesso!

A famosa ButterBeer (cerveja amanteigada), vale a pena experimentar.

4-Há um telefone em frente à atração The Amazing Adventures of Spider-Man, na Island of Adventue, que, de brincadeirinha, contata a Liga da justiça.

Entrada da atração The Amazing Adventures of Spider-Man

5-Com moedinhas de centavos de dólar é possivel carregar arminhas de água para acertar quem está a bordo dos barquinhos do brinquedo Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers, na Island of Adventure.

Entrada da atração  Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers

 Fique de olho no site Casa Na Disney ou no Facebook/casanadisney e siga @CasanaDisney no Twitter para ficar por dentro de todas as novidades e curiosidades de Orlando – Flórida.

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Hoje começa a Mickey’s Not-So-Scary Halloween Party 2012!

O castelo da Cinderela com as cores do Halloween

Hoje  os visitantes do Magic Kingdom poderão participar da primeira “Mickey’s Not-So-Scary Halloween Party” de 2012. Será uma noite de muita diversão e o evento começa às 7pm.

A festa é um evento especial realizado em algumas noites no parque e é necessária a compra de um ingresso para o evento. A festa inclui Doces-ou-Travessuras (para crianças de todas as idades), apresentações do Mickey “Boo to You Parade” e “Happy HalloWishes” , personagens da Disney em trajes de Halloween e muito mais.

Donald e Margarida no clima do Halloween

 

 

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