Para Elias, a mudança para Kansas City foi outra admissão de derrota. Se Kansas City foi um declínio em relação a Marceline, a casa que fora morar também desapontou. Era tão pequena que, quando os parentes os visitavam, Toy e Walt tinham de ir para o que chamavam de “celeiro”, um abrigo do lado de fora. A única graça para as crianças, lembrou Ruth, era a proximidade do parque de diversões Fairmount, “um mundo encantado em que não se podia entrar”.
E se a cidade e a casa representavam um declínio, o emprego de Elias era ainda mais humilhante. Ele se inscreveu no guia de Kansas City como “guarda-livros”. Na verdade, vendera a fazenda em Marceline e comprara uma distribuidora de jornais em Kansas City. Se Elias se envergonhava ou não de entregar jornais, ou se existiria alguma vantagem comercial nisso, o fato é que inscreveu o filho Roy, de 18 anos, como dono da empresa.
Os clientes pagavam 45 centavos por semana por 13 edições do matutino Times e do vespertino Star, dos quais Elias ficava com 21 centavos – cerca de US$ 31 dólares por semana. A distribuidora não era apenas um meio de ganhar a vida – ela se tornou o estilo de vida dos Disney, já que tudo o mais estava subordinado à entrega dos jornais.
Com apenas nove anos de idade, Walt ficava preso à distribuição dos jornais. Nos dias de semana, levantava-se cedo, no escuro, para pegar sua cota de 50 exemplares e entregá-los no primeiro ano a pé, no segundo, de bicicleta. A principio, Walt ficou entusiasmado com a distribuição de jornais. Disse que gostava de ver os homens que cuidavam dos lampiões de rua desligarem o gás todas as manhãs enquanto ele entregava os jornais e acendê-los novamente durante a tarde. Mas seu entusiasmo se evaporou rapidamente. O star concedera a distribuição a Elias com relutância, temendo que estivesse velho demais, e ele estava ansioso para não desapontar o jornal.
Walt Disney tinha de subir o caminho da entrada de todas as casas até a porta. Às vezes, um cliente não via o jornal entre as duas portas, e Elias tinha de mandar Walt entregá-lo novamente. Foi pior depois que Roy se graduou no secundário e largou a entrega de jornais para trabalhar em um banco, e Walt assumiu a clientela do irmão. Elias contratou vários outros garotos, mas, com frequência, não eram confiáveis e, uma vez mais, Walt era despachado para entregar os jornais nas casas que os garotos haviam ignorado, e foi assim que convenceu o pai a lhe dar uma bicicleta.
A esse cenário de trabalho duro à Dickens (escritor inglês que retratou as duras condições de trabalho de mulheres e crianças durante a Revolução Industrial na Inglaterra) somava-se o fato de que Elias ficava com o dinheiro que Walt ganhava vendendo seus próprios jornais no bonde e o investia, de forma que, além de tabalhar como entregador da farmácia, o garoto começou a trabalhar em uma loja de doces durante as férias para ganhar dinheiro e comprar mais jornais para vender sem o conhecimento de Elias. ” O resultado é que trabalhava o tempo todo”, Walt Disney disse a um entrevistador. “Quer dizer, eu não tinha uma hora em que pudesse brincar”. Qualquer folga que tinha para brincadeiras era roubada a entrega de jornais.
Além da opressão do roteiro de entrega dos jornais, havia a humilhação de, ao menos no início, ela mal prover dinheiro suficiente, forçando os Disney a complementar sua renda. Durante o verão, Walt também entregava entradas de cinema e vendia sorvete no roteiro, e Elias combinou com os laticínios McAllister, de Marceline, que lhe enviassem manteiga e ovos, para que fossem revendidos para os clientes de jornal. E, quando estava muito doente para fazer entregas, Elias fazia Walt faltar à escola para que ele e Flora cumprissem as entregas.
Escola Benton, onde Walt Disney estudou – Kansas City
Elias sempre pagava suas contas em dinheiro e nunca devia dinheiro a ninguém, e tentou impor aos filhos a mesma austeridade financeira. A frugalidade, a disciplina, o silêncio e a recriminação sempre foram componentes da personalidade de Elias Disney, orgulhava-se de sua moralidade severa. Walt considerava o pai tão distante e teimoso que mal falava com ele. Como observou um colega de infância de Walt: “Toda a família Disney me parecia distante e inflexível”.
Em Kansas City, no entanto, Elias tornou-se ainda mais mal-humorado e indiferente. Ele, já com 55, anos, perdia suas forças. O declínio também podia ser visto em seu estado de espírito. Desistiria do violino, sua única diversão, quando cortou a mão em uma corda e não conseguiu mais segurar o instrumento. Walt dizia que o temperamento de Elias era “violento” e que não se podia discutir com ele sem desafiar sua ira.
Elias parecia ainda mais zangado após a mudança, e depois de outro desapontamento, e Walt, ao menos de seu próprio ponto de vista, tornou-se o principal alvo da raiva do pai. De fato, à medida que crescia, Walt Disney se tornava a antítese de Elias Disney, quase como se forçasse a si mesmo a ser assim como uma forma de rebelião. Enquanto Elias era tristonho, Walt, apesar de suas dificuldades e queixas, era alegre. Não era apenas o espírito brincalhão de Walt que contrastava com a severidade do pai. Enquanto Elias trabalhava duro e era dominador, Walt era cheio de entusiasmo. Até Elias concordava que Walt “fazia o que queria sem nunca pensar nas consequências. Sempre tocava suas ideias adiante quer dispusesse de meios ou não”. Roy dizia que Walt sempre dava toda a sua atenças à pessoa com quem estivesse falando, o que “passava a impressão de um profundo interesse pessoal”
Quebrado de tanto trabalhar, Elias era agora derrotado dentro da família também. Walt nunca foi próximo de Herbert ou Ray, que haviam deixado a casa paterna anos antes, embora ambos vivessem em Kansas City, e se referia a eles como “estranhos para mim durante toda a minha vida”. Roy e Walt desenvolveram uma relação muito íntima, tão próxima que Walt parecia vê-lo menos como irmão que como um pai substituto, confiando nele como nunca poderia confiar em Elias. Roy assumia de boa vontade o papel de pai, sentindo-se tão próximo de Walt quanto este se sentia dele.
Walt encontrava alívio fora da família, duas portas acima na rua. Os Pfeiffer eram, segundo Walt Pfeiffer, “a verdadeira família” de Walt. Na verdade, os Pfeiffer “adotaram” Walt, que escapou para dentro dessa família. Walt conheceu Walt Pfeiffer no quinto ano da escola Benton, antes mesmo que os Disney tivessem se mudado para o mesmo quarteirão em que viviam os Pfeiffer.
Na casa dos Disney, Elias, achando que Walt se tornaria músico, insistia em lhe dar aulas de violino e lhe dava um tapa no ombro quando o filho errava. Mas o que era motivo de punição na casa dos Disney, era razão de alegria na casa dos Pifeffer. A irmã de Walt Pfeiffer, Kitty, tocava piano enquanto os outros cantavam, e acompanhavam seu irmão e Walt quando os dois encenavam seus quadros cômicos. No quinto ano entrou na sala como Abraham Lincoln. Ele tinha decorado o discurso de Gettysburg para recitar. Deliciado, o professor de Walt disse que ele seria um ator – “porque eu semicerrava os olhos em certas passagens” – e chamou o diretor, que, então, exibiu Walt em todas as salas de aula.
Walt e Disney e Walt Pfeiffer, ambos vestidos de Abraham Lincoln
Logo os “dois Walters maus”, como Pfeiffer e Disney chamavam a si mesmos, estavam atuando rotineiramente na escola. Com o sr. Pfeiffer ensinando-lhes e ensaiando-os começaram a entrar nos concursos de talento realizados no cinema local. Mesmo sendo o ato amadorístico, e aplaudido, tanto pela juventude quanto pelo talento, Walt Disney se viu fisgado pela atuação artística – físgado pelo prazer de representar, como fora fisgado em Marceline pelo reconhecimento de seu talento para o desenho.
Durante a maior parte do seu tempo, no entanto, o jovem Walt Disney estava isolado em seu próprio mundo – longe do roteiro de Elias e da escola. Os Pfeiffe e as representações proviam uma fuga para os aborrecimentos. O desenho continuava a representar outra, mais forte ainda. Ele nunca parou de desenhar. Sempre disposta a encoraja-lo, Daisy Beck, sua professora, fez com que desenhasse cartazes para os eventos escolares, e Walt Pfeiffer disse que Walt começou a fazer anúncios de desenhos animados em painéis de vidro para o cinema Agnes. Desenhava mesmo que nem sempre fosse socialmente aceitável desenhar. “Era meio efeminado um cara desenhar”, admitiu Walt Pfeiffer, mas isso não deteve Walt Disney. Ele desenhava, e desenhava bem para um garoto de sua idade.
E não foi somente na escola Benton que Walt atraiu atenção para sua arte. Ele costumava passar algum tempo numa barbearia, onde desenhava caricaturas preguiçosamente impressionando, o proprietário, Berr Hudson. Mais importante que o dinheiro para Walt, Hudson pôs os desenhos em uma moldura especial e pendurou-os na janela. Até Elas admitiu que os desenhos se tornaram uma atração: “Os vizinhos iam até a loja para ver o que o jovem Disney tinha feito para aquela semana”.
Exatamente quando contemplava a possibilidade de uma carreira como artista e recebia elogios por suas representações, Walt começou a pensar em ser cartunista de jornal. Ele disse ao Kansas City Journal Post quase 20 anos depois. “Eu realmente acho que foi o que iniciou minha carreira de artista”
Um dos desenhos de Walt Disney
Então, Elias Disney escapou novamente. Durante anos vinha investindo seu dinheiro em uma companhia de geleias e sucos de frutas de Chicago, chamada O-Zell. Em março, vendeu o roteiro de entregas de jornais e comprou cotas adicionais da O-Zell, com a companhia, obviamente sentindo que, dessa vez, poderia, finalmente, encontrar o sucesso que fugia dele há tanto tempo. Aos 57 anos, esta seria, quase certamente, a última chance que teria de rivalizar com o irmão. Walt, por sugestão de Roy ou Herbert, assinou um contrato com a Van Noyes Interstate News Company e passou o resto do verão como vendedor de jornais, doces, refrigerantes e tabaco para os passageiros do trem de Santa Fé, na viagem entre Kansas City e Spiro, em Oklahoma. Dois meses depois pediu demissão.
Nessa altura, Roy havia partido. A América entrou na I Guerra Mundial na primavera daquele ano, e Roy ingressou na Marinha apenas 14 dias depois da formatura de Walt, que também foi embora no verão, para reunir-se aos pais em Chicago.
Em Kansas City, Walt Disney não apenas começou a direcionar sua fuga; ele começou a criar a própria indentidade Walt Disney – a ideia de alguém que venceu a pobreza, as dificuldades e a indiferença.
Continua…
Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.
A Casa na Disney, toda semana, mostra para você diferentes curiosidade sobre Orlando, a cidade mágica da Flórida, e esta semana trouxemos mais cinco curiosidades para você ficar por dentro de tudo que acontece em Orlando!
1-Há quase 200 campos de golfe na região, o que faz de Orlando um dos melhores lugares do mundo para a prática do esporte. Jogadores famosos, como Tiger Woods e Arnold Palmer, estão sempre por lá. Dá para arriscar algumas tacadas, inclusive, dentro da Disney
2- Quando as sirenes soarem na Island Of Adventure, corra para a área Marvel Super Hero Island. Você verá os X-Men e outros heróis desfilando.
3- O Legoland foi erguido no terreno anteriormente ocupado pelo Cypress Gardens, primeiro parque temático da região, que funcionava como jardim botânico desde 1936.
4- O maior Hard Rock Cafe do mundo está em Orlando e concentra mais peças da memória do rock do que qualquer outro local, incluindo alguns tijolos originais do The Cavern Club, onde os Beatles tocavam.
5- Uma enquete realizada entre os brasileiros definiu que um dos golfinhos do Discovery Cove seria batizado com o nome de Ipanema. Fique de olho no site Casa Na Disney ou no Facebook/casanadisney e siga @CasanaDisney no Twitter para ficar por dentro de todas as novidades e curiosidades de Orlando.
Clique aqui se você perdeu o primeiro capitulo da série.
Primeiro Capitulo: A Fuga part. 2
Walt Disney se lembraria de Marceline, Missouri. Ele se lembraria dela mais vividamente que qualquer outra coisa de sua infância, talvez mais do que qualquer outro lugar em toda sua vida.
“Marceline foi a parte mais importante na vida de Walt”, disse sua esposa. “Ele não viveu muito tempo lá. Viveu em Chicago e Kansas City por muito mais tempo. Mas havia alguma coisa na fazenda que foi muito importante para ele”. Ele se lembraria da chegada da família – “Eu me recordo claramente de todos os detalhes”, diria mais tarde.
Walt Sempre recordaria a fazenda pelo prisma da imigração de uma criança e sempre pensaria nela como um paraíso, apesar de seu tamanho modesto. Brincadeiras não faltavam: havia raposas, coelhos, esquilos e guaxinins. E havia passarinhos. Dos 45 acres, cinco eram ocupados por um pomar, onde havia macieiras, pessegueiros e ameixeiras, além de videiras e amoreiras. “Tínhamos tipos de maçãs de que nunca se ouviu falar” recordou-se Walt. ” Era simplesmente um paraíso para as crianças da cidade” disse Roy, exatamente o que Elias pretendia que fosse.
E porque a casa ficava no campo, tudo parecia celestial, mesmo quando não era. A casa de fazenda de um andar em que os Disney viviam era de construção grosseira, tão apertada que a sala de estar nos fundos teve de ser convertida em quarto de dormir para Herbert e Ray. Mas rodeada de vegetação, “um lugar muito bonito” disse a tia de Elias. Walt disney recordou, “qualquer coisa que tivesse ligação com Marceline era um prazer para nós”.
Walt sempre se referia a essa época como seus dias lenientes. Ele não entrou para a escola aos sete anos, porque, segundo contou, não havia ninguém para levá-lo e porque sus pais decidiram que poderia esperar mais um ano para acompanhar sua irmã, Ruth, quando ela fosse à escola.
Mas, de qualquer maneira, a escola não lhe pareceu muito atraente, exceto como um palco para atuar e sua única recordação da educação em Marceline foi uma traquinagem: quando sua professora pediu que as crianças trouxessem varas finas e flexíveis para usar nos estudantes de mau comportamento, Walt, disfarçadamente, pôs uma vara mais grossa de madeira sobre a mesa dela, sabendo, segundo confessou, que arrancaria risadas dos colegas, e foi castigado pela professora com a citada vara.
Quando não estava na escola ou na fazenda, frequentemente passava as tardes pescando com os garotos da vizinhança. No inverno, deslizavam de trenó ou esquis no rio congelado, fazendo uma fogueira na margem para se aquecerem. Até os domingos não eram mais exclusivamente dedicados à igreja e à escola porque não havia igreja Congregacional em Marceline. Em vez disso, os Disney passavam o dia na casa de Taylor, pouco adiante, na mesma estrada, onde Elias tirava o violino do estojo e tocava com os vizinhos.
Mas Walt não amaria, lembraria e manteria vivas pelo resto de sua vida apenas as recordações da impressão acolhedora de Marceline ou dos ritos culturais de passagens que lá experimentou; ele lembraria também do espírito de comunidade. Em Marceline as pessoas se preocupavam; ele lembraria também do espirito de comunidade. Em Marceline as pessoas se preocupavam e eram tolerantes umas com as outras, ” Tudo era feito com a ajuda da comunidade”, recordou Walt.
Não seria apenas da comunidade que ele se lembraria. Durante o tempo em que morou em Marceline, pela primeira e última vez, a numerosa família Disney foi presente na vida de Walt,e ele, claramente, sentia prazer com a atenção dos parentes. As frequentes visitas de tio Robert à propriedade de Elias eram, por sua vez, lembretes das pretensões em família.
Robert saltava do trem como se fosse um rei e era exatamente como agia em relação ao irmão mais velho. Ele mantinha uma carruagem na fazenda de Elias e esperava que este fosse buscá-lo. Se Elias ficava ou não ressentido, não se sabe. Mesmo assim, Walt gostava dessas visitas por causa da esposa de Robert, tia Margaret – a única tia, ele disse, que chamava de “titia”. Ela habitualmente lhe trazia presentes, um grande bloco de desenhos Big Chief e lápis.
Para a maioria das crianças, esses presentes teriam parecido perfunctórios. Para Walt, vieram a representar outra coisa importante que levou de Marceline: uma nascente consciência de si mesmo e o primeiro reconhecimento de seu talento. Walt apreciava artes e afirmou que se interessou pelo desenho “quase ao mesmo tempo em que, pela primeira vez, segurei um lápis”. Mas foi só a partir das visitas de tia Margaret que começou a ser estimulado. “Ela costumava me fazer sentir como se eu realmente fosse um garoto maravilha!”, disse admitindo que tia Margaret tinha “jeito para bajular”.
A felicidade em Marceline só era sabotada por uma coisa: Elias Disney não tinha absolutamente nenhuma aptidão para administrar uma fazenda. As crianças Disney lembram que Flora tinha de colocar manteiga no fundo dos pães que distribuía entre eles para que o pai não visse consumir uma das fontes de renda da família.
Se o dinheiro foi o que derrotou Elias, foi o dinheiro também que separou a família Disney. Em 1907, Herbert e Ray tinham combinado com o tio Robert que plantariam um pouco de trigo em suas terras e, naquele outono, receberam a ajuda de vizinhos para colher a safra. Elias perguntou aos filhos o que pretendiam fazer com o dinheiro e um deles disse que ia comprar um relógio de algibeira. Elias ficou fulo com a concessão de luxo e disse que ele próprio ficaria com o dinheiro para ajudar a pagar a fazenda. “Aquela foi a gota d”água”, disse um vizinho. Naquele mesmo dia, Herbert e Ray retiraram seu dinheiro do banco e, à noite, saíram por uma janela da casa da família e pularam para dentro de um trem ruma a Chicago. A ofensa causada por sus partida foi tão profunda que, quase cem anos depois, membros da família ainda hesitavam em discutir o incidente.
Os irmão foram para Kansas City, onde tio Robert conseguiu um emprego para eles. De vez em quando os dois visitavam os pais em Marceline, mas a ferida nunca fechou completamente. Quando mandavam suas roupas velhas para que a mãe as reformasse para Roy e Walt, Herbert e Ray, às vezes, punham dentro de um bolso um pedaço de tabaco de mascar, sabendo que isso provocaria o moralismo do pai.
Sem a ajuda de Herbert e Ray, a fazenda se tornou um fardo ainda mais pesado. Elias, que trabalhava duro, atribuía as adversidades ao sistema, que forçava os fazendeiros a comercializar as safras por meio de atravessadores e monopólios, que ficavam com os lucros que, ele acreditava, os próprios fazendeiros mereciam. Um mês após a partida de seus filhos, Elias e M.A. Coffman, o vizinho da família, fundaram a seção local da American Society of Equity, que descreviam como um sindicato de fazendeiros. O envolvimento de Elias logo rotulou-o como “radical”, segundo um vizinho.
Mas o radicalismo de Elias era uma desculpa, não um remédio. A fazenda o derrotou. A queda dos preços das safras em todo país o pressionou. Além disso, no início daquele ano, ele caíra doente com febre tifoide ou difteria, o que o deixou fraco e incapaz de trabalhar. Flora estava convencida de que a doença era causada pelas preocupações e insistiu para que vendesse a fazenda. No outono, ele efetuou a venda, e em novembro daquele ano, Elias fez um leilão para vender seus animais e implementos agrícolas.
Os Disney mudaram-se para uma casa pequena, de quatro aposentos, na avenida Kansas para que as crianças pudessem completar o ano escolar enquanto Elias se recuperava. Mas a Marceline em que viviam agora era um lugar muito diferente daquele onde haviam chegado cinco anos antes. Esta Marceline não seria, entretanto, a Marceline que Walt Disney recordaria. Sua cidade era rústica e a se tornaria mais rústica ainda em sua memória. Ele idealizou Marceline. “Sinto pena das pessoas que vivem em cidades grandes durante toda a vida”, disse mais tarde. “elas não têm uma cidadezinha natal. Eu tenho”. Seus sócios diziam que as recordações que Walt tinha da cidade, dos acontecimentos e dos animais eram quase completas.
Como o próprio Disney admitiu, os efeitos de Marceline eram sentidos até mesmo em seus primeiros desenhos animados, na preocupação com a vida na fazenda e com os animais. Era como se Marceline fosse um exemplo de como a vida supostamente deveria ser. Ele estava tentando recriar a cidade. Anos depois falando com grande entusiamos sobre a vida no campo, Walt disse “é um sentimento de liberdade em relação aos animais e às pessoas que vivem lá. Isso é o que se experimenta quando se vai para o campo. Escapa-se do mundo do dia a dia – da hostilidade e da luta. Escapa-se para onde tudo é livre e bonito”. Ele passaria o resto de sua via tentando recuperar essa sensação.
Continua….
Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.
A Casa na Disney, toda semana, mostra para você diferentes curiosidade sobre a cidade mágica da Flórida, e esta semana trouxemos mais cinco curiosidades para você ficar por dentro de tudo que acontece em Orlando!
1-Walt Disney faleceu em 1966, cinco anos antes da inauguração do Magic Kingdom, e não viu sua obra prima
Foto de Walt Disney, para a revista LIFE, ao lado de suas criações.
2- O “Mickey’s PhilharMagic“, atração do Magic Kingdom, conta com a maior tela de projeção com exibição regular do mundo, medindo 46 m de comprimento e 8,5 de altura.
Palco onde localiza-se a tela de projeção do “Mickey’s PhilharMagic“
3-Em Janeiro de 2011, menos de sete meses após a inauguração do The Wizarding World of Harry Potter, a Universal Orlando alcançou a marca de 1 milhão de cervejas amanteigadas vendidas. Um sucesso!
A famosa ButterBeer (cerveja amanteigada), vale a pena experimentar.
4-Há um telefone em frente à atração The Amazing Adventures of Spider-Man, na Island of Adventue, que, de brincadeirinha, contata a Liga da justiça.
Entrada da atração The Amazing Adventures of Spider-Man
5-Com moedinhas de centavos de dólar é possivel carregar arminhas de água para acertar quem está a bordo dos barquinhos do brinquedo Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers, na Island of Adventure.
Entrada da atração Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers
Fique de olho no site Casa Na Disney ou no Facebook/casanadisney e siga @CasanaDisney no Twitter para ficar por dentro de todas as novidades e curiosidades de Orlando – Flórida.
Hoje os visitantes do Magic Kingdom poderão participar da primeira “Mickey’s Not-So-Scary Halloween Party” de 2012. Será uma noite de muita diversão e o evento começa às 7pm.
A festa é um evento especial realizado em algumas noites no parque e é necessária a compra de um ingresso para o evento. A festa inclui Doces-ou-Travessuras (para crianças de todas as idades), apresentações do Mickey “Boo to You Parade” e “Happy HalloWishes” , personagens da Disney em trajes de Halloween e muito mais.
O blog oficial da Disney divulgou imagens da atração Under The Sea – Journey of the little Mermaid que vai funcionar na nova Fantasyland. A atração é dedicada à sereia e princesa Ariel e ao príncipe Eric. A inauguração será em Dezembro de 2012!
Elias Disney (pai de Walt Disney) era um homem severo. Trabalhava muito e vivia modestamente. Seu filho diria que Elias acreditava em “andar por um caminho reto e estreito” e o fazia, abstendo-se de fumar, beber, praguejar ou ir a festas. A única diversão que se permitiu quando jovem foi tocar violino e, mesmo assim, sua educação foi tão estrita que, quando garoto, tinha de sair discretamente e se esconder na floresta para praticar.
Durante a restauração inglesa, no fim do século XVI, um ramo de protestantes da família mudou-se para Irlanda, estabelecendo-se no condado de Kilkenny. Elias Disney mais tarde se gabaria de que “os Disney também eram ambiciosos e dispostos a aproveitar as oportunidades, sempre buscando uma vida melhor.Em julho de 1834, Arundel Elias Disney, o avô de Elias Disney, vendeu seus pertences, levou a esposa e dois filhos jovens para Liverpool e partiu para America a bordo do New Jersey, junto com seu irmão mais velho Robert e seus dois filhos.
Eles tencionavam se estabelecer na America, mais Arudel Elias não ficou lá por muito tempo. No ano seguinte mudou-se para a pequena cidade de Goderich, região desabitada a sudoeste de Ontário, Canadá. Com o tempo, Arudel Elias construiu o primeiro moinho de cereais da área e uma serraria, cultivou a terra e tornou-se pai de 16 crianças – 8 meninos e 8 meninas. Em 1858, o mais velho deles, Keple, de 25 anos casou-se com outra imigrante, Mary Richardison, e mudou-se para Bluevale, em Morris Township. Ali nasceu Elias, seu primeiro filho, em 6 de fevereiro de 1859.
Nota de um Dollar usada no ano de 1859
Ouvindo falar na descoberta de ouro na Califórnia, Kepple partiu em 1877, com seu filho Elias, então com 18 anos, e seu segundo filho mais velho, Robert. A região em que a família se instalou, condado de Ellis, era área de Fronteira, lugar muito duro de viver. Massacres praticados por índios ainda estavam frescos na memória e os próprios Disney ficaram tão alarmados que passavam a noite postados nas janelas com suas armas.
O crime era corriqueiro. O clima se revelou tão inóspito quanto os habitantes – seco e frio de amargar. Cultivar terra ali ou acabava com o homem ou o endurecia, como Elias endureceu e não tinha mais interesse, assim como seu pai, em cultivar a terra. Ele queria escapar. Pai e filho agora voltavam os olhos para a Flórida.
Para Elias, a Flórida tinha outro atrativo, além da promessa de um clima quente e novas oportunidades. A família vizinha que eles acompanharam, os Call, tinha uma filha de 16 anos chamada Flora. A família Call, como os Disney, eram pioneiros e desdenhavam o trabalho duro em troca de pequena paga.
Em um ano, os Call começaram a se desintegrar. Flora, que mal estava na adolescência, foi mandada para a escola normal em Ellsworth para tornar-se professora e, aparentemente, foi colega de quarto de Alberta Disney, irmã de Elias. Em poucos anos, o clima subjugou os Call. Com toda a certeza, foi no outono seguinte que partiram de trem para a Flórida, com Elias e Kepple Disney acompanhando-os.
Kepple voltou para o condado de Ellis logo depois. Elias ficou com os Call. A área onde se instalaram, segundo relato, era uma “vastidão desolada”. O lugar era conhecido como Pine Island por suas florestas de pinheiros. Elias se estabeleceu em Acron, onde moravam apenas sete famílias; os Call ficaram na vizinha Kismet. Flora tornou-se professora de Acron em seu primeiro ano de profissão, e de Paisley, no segundo. Enquanto isso, Elias entregava correspondência em uma carruagem puxada a cavalo e cortejava Flora.
Elias e Flora Call Disney
Seu casamento, na residência dos Call no primeiro dia do ano de 1888, uniu a intrépida determinação dos Disney ao temperamento mais tranquilo e intelectual dos Call, que se fundiram em seu filho mais jovem. Até o casal parecia díspar: a rígida magreza de Elias contrastava com a amistosa redondez de Flora, assim como a idade – ele estava com 30 ao casar-se, enquanto Flora estava com apenas 19 anos. Elias era muito parecido com seu pai, não gostava de ficar muito tempo em um lugar. O desejo de viajar e a necessidade de escapar levariam Elias de volta para o norte, em Chicago.
Robert Disney, seu irmão, dois anos e meio mais jovem, era visto pela família como o bem-sucedido. Seis meses depois de Elias se casar com Flora, Robert se casou com uma moça rica de Boston, chamada Margaret Rogers, e embarcou em uma carreira de especulação com imóveis, petróleo e até minas de ouro. Foi para Chicago em 1889 e construiu um hotel. Elias também foi pela promessa de conseguir emprego na feira, mas seus projetos eram mais humildes. Vivendo à sombra do irmão, esperava trabalhar não como magnata, mas como carpinteiro, oficio que aprendera enquanto trabalhava na estrada de ferro em seus dias mais difíceis.
Os Disney chegaram a Chicago no fim da primavera de 1890. Levaram o filho pequeno, Herbert, e Flora estava novamente grávida. A família desfrutou de poucos luxos. Elias ganhava apenas um dólar por dia como carpinteiro. No ano Seguinte, entrou com um pedido de permissão para construir uma casa de madeira de dois andares para a família, na qual, em junho seguinte, se acrescentaria outro filho, Roy O. Disney.
Elias foi contratado para ajudar a construir casas, e um de seus filhos lembrou que Flora também ia para as construções e “pregava e serrava tábuas com os homens”. Mesmo assim, segundo estimativa da esposa, Elias ganhava, em média, US$ 7 dólares por semana. Mas ele era um Disney e não desistiria de seus sonhos. Usando os contatos de Robert e hipotecando a própria casa, começou a comprar terrenos no loteamento, e construiu casas pequenas, de madeira, para trabalhadores como ele. Efetivamente, sob a tutela de Robert, Elias se tornara um empreiteiro, embora bastante modesto.
Na época, já com mais de 40 anos, começou a depositar sua esperança mais na fé e menos no sucesso.Tanto os Disney quanto os Call eram profundamente religiosos e a vida social de Elias e Flora em Chicago agora girava em torno da igreja Congregacional que ficava perto de sua casa. Quando a congregação decidiu reorganizar-se e, depois, voltou pela construção de um novo prédio, apenas a dois quarteirões da casa dos Disney, Elias foi nomeado tesoureiro, além de membro do comitê de construção. Quando a nova igreja de St. Paul foi consagrada, em outubro de 1900, a família assistia aos serviços religiosos não apenas aos domingos, mas também durante a semana. De vez em quando, se o pastor estava ausente, Elias subia ao púlpito, ” era um orador muito bom”, lembraria Flora.
Segundo a história, Flora e a esposa do jovem pastor, Walter Parr, ficaram grávidas ao mesmo tempo. Elias e Parr combinaram que, se suas esposas tivessem filhos homens, Elias daria o próprio nome ao filho do ministro, e o ministro daria seu nome ao filho de Elias. Foi assim, supostamente, que o novo bebê de Elias e Flora se chamou Walter Elias Disney.
Walter Elias Disney, uma de suas poucas fotos quando bebê
O Jovem Walter Elias Disney não se lembraria muito de Chicago. Ele mal fizera quatro anos quando Elias decidiu mudar-se outra vez. Embora agora o motivo fosse mais moral do que financeiro – ou até de temperamento. Dois garotos da vizinhança, da mesma idade que Herbert e Ray, filhos de Elias, e de uma família igualmente devota da igreja St. Paul, tentaram roubar uma oficina de automóveis e mataram um policial durante o tiroteio. Aterrorizado pela possibilidade de seus próprios filhos serem afastados do bom caminho, especialmente porque a vizinhança estava ficando mais violenta, Elias começou a procurar um ambiente mais saudável, chegando a fazer algumas rápidas viagens de reconhecimento antes de se instalar em uma remota cidade de Missouri, onde seu irmão Robert investira recentemente em terras Cultiváveis.
Em fevereiro, Elias vendeu sua casa. Ele, Hebert Ray e dois cavalos de tração que haviam comprado em Chicago foram para o Missouri em um vagão fretado para arrumar a fazenda, enquanto Flora, Roy, Walter e sua nova irmã, Ruth, seguiam no trem de Santa fé. “Foi um grande momento quando estávamos indo embora”, recordar-se-ia Walt anos depois. “Para todos nós, ir ara uma fazenda soava como algo maravilhoso”, confirmaria Roy.
Ruth e Walter Disney, quando pequenos.
Esse foi o primeiro capitulo da série, não percam semana que vem mais um capitulo da Biografia de Walt Disney.
Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.
A gente sabe que vocês amam Orlando, a cidade mais mágica do mundo! E quando a gente gosta muito de um lugar, é sempre bacana descobrir curiosidades sobre ele. Por isso a Casa na Disney pesquisou algumas curiosidades legais sobre Orlando, para vocês ficarem por dentro de várias coisas que pouca gente sabe sobre a cidade.
Vamos lá?
1- Você sabia que há mais de 4,6 mil m² (mais de 900 campos de futebol lado a lado) de espaços comerciais em Orlando, incluindo nove shoppings?
2 – Existem cerca de 700 Mickeys espalhados pela Disney World – em desenhos, fontes, cortes de grama, logos e uma série de outros itens com a carinha do ratinho. A arte de encontrá-los é uma mania tão grande que virou um livro, o Hidden Mickeys, escrito por Steven M. Barret.
3- Britney Spears, Christina Aguilera e Justin Timberlake iniciaram as carreiras artísticas em The New Mickey Mouse Club, o programa da Disney Channel’s filmado no Hollywood Studios.
Na foto Britney aparece sentada, Christina ao seu lado e logo depois Justin Timberlake.
Confira um video do MMC ( The New Mickey Mouse Club)
4- Muitas das estruturas e fachadas da Universal Studios, foram modeladas em homenagem aos sets de filmes famosos e shows de televisão, como Uma Linda Mulher, O Poderoso Chefão e The Cosby Show.
5- A Universal Studios celebra, todos os anos, o Mardi Gras, termo usado para definir o Carnaval nos EUA, sobretudo na cidade de Nova Orleans. Durante o evento, realizado ao longo de fevereiro no complexo temático, há desfiles e shows com bandas famosas.
6 – Walt Disney faleceu em 1966, cinco anos antes da inauguração do Magic Kingdom, e não viu sua obra prima
7 – O “Mickey’s PhilharMagic“, atração do Magic Kingdom, conta com a maior tela de projeção com exibição regular do mundo, medindo 46 m de comprimento e 8,5 de altura
8 – Em Janeiro de 2011, menos de sete meses após a inauguração do The Wizarding World of Harry Potter, a Universal Orlando alcançou a marca de 1 milhão de cervejas amanteigadas vendidas. Um sucesso!
9 – Há um telefone em frente à atração The Amazing Adventures of Spider-Man, na Island of Adventue, que, de brincadeirinha, contata a Liga da justiça.
10 – Com moedinhas de centavos de dólar é possivel carregar arminhas de água para acertar quem está a bordo dos barquinhos do brinquedo Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers, na Island of Adventure.
11 – Há quase 200 campos de golfe na região, o que faz de Orlando um dos melhores lugares do mundo para a prática do esporte. Jogadores famosos, como Tiger Woods e Arnold Palmer, estão sempre por lá. Dá para arriscar algumas tacadas, inclusive, dentro da Disney.
MICKEY AND GOOFY
12 – Quando as sirenes soarem na Island Of Adventure, corra para a área Marvel Super Hero Island. Você verá os X-Men e outros heróis desfilando.
13 – O Legoland foi erguido no terreno anteriormente ocupado pelo Cypress Gardens, primeiro parque temático da região, que funcionava como jardim botânico desde 1936.
14 – O maior Hard Rock Cafe do mundo está em Orlando e concentra mais peças da memória do rock do que qualquer outro local, incluindo alguns tijolos originais do The Cavern Club, onde os Beatles tocavam.
15 – Uma enquete realizada entre os brasileiros definiu que um dos golfinhos do Discovery Cove seria batizado com o nome de Ipanema.
16 – O espetáculo da Shamu teve início em 1966. De lá pra cá, a baleia já estrelou muitos programas de TV e filmes, como Os Simpsons, Dr. Dolttle 2, Tubarão 3. Em 2011, o show passou a se chamar One Ocean.
17 – Com 36 toboáguas, seis rios, piscinas, grutas, cachoeiras e cerca de 7 mil m² de praias, o Aquatica tem seus cenários inspirados nas paisagens da Nova Zelândia, Austrália e Nova Guiné.
18 – Os golfinhos da Discovery Cove comem em média de 8 a 10 quilos de peixes por dia. O parque apresenta um programa de reprodução da espécie nariz-de-garrafa.
19 – O Vehicle Assembly Building, parte do Kennedy Space Center, é o maior prédio do mundo em termos de volume interno. Seu pé-direito é tão alto (160 metros) que nuvens de chuva podem se formar dentro da estrutura.
20 – O monumento que se eleva a 39,4 metros sobre a entrada principal da Island of Adventure foi inspirado no Farol de Alexandria, no Egito – uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo -, construído em 350 a.C. e destruído por um terremoto no século XIV.
Um dos personagens mais queridos da Disney, Pluto está comemorando 82 anos. Ele surgiu em 1930, numa cena do filme The Chain Gang, como um simples cão sem nome e aparentemente sem futuro. Mas Walt Disney gostou tanto do personagem que lhe deu um nome – Rover – e o transformou no cachorro da Minnie.
Foi assim que ele apareceu no filme The Picnic, também em 1930. Depois desse filme, ficou decidido que ele seria o cachorro do Mickey. Mas a esposa de Walt Disney sugeriu uma mudança de nome, aproveitando a recém descoberta de Plutão, assim ficou o nome Pluto!
A amizade entre Mickey e Pluto é uma das mais antigas e sólidas entre os heróis do desenho animado e histórias em quadrinhos. Em geral, um cão afetuoso, brincalhão e também medroso, mas quando Mickey se encontra em perigo ele se transforma numa fera para salvar seu dono! Nessas horas, ele é capaz de enfrentar um dragão, uma quadrilha inteira de ferozes bandidos e até mesmo… uma vespa!
Além de Mickey e Minie, outros personagens que estão sempre metidos em aventuras com o Pluto são Chiquinho e Francisquinho, sobrinhos do Mickey e, ainda, o Pateta. E por falar no Pateta, você já notou a diferença que existe entre ele e o Pluto? É claro que são muitas, mas há uma diferença que distingue basicamente esses dois personagens de Disney. Enquanto o Pluto mantém as características próprias de qualquer cachorro, o Pateta recebeu uma caracterização humana. Ele não só se comporta como o homem, como também veste roupas e anda sobre dois pés.
As histórias em quadrinhos do Pluto começaram a ser publicadas pela Editora Abril em agosto de 1950. Representando o papel melhor amigo do homem, cão alegre e engraçado, conquistando platéias há mais de quarenta anos. Hoje é dos mais queridos e admirados personagens de Walt Diney em todo o mundo!
Para comemorar vamos assistir a um curta onde o Mickey comemora o aniversário do seu melhor amigo e comemorar junto com eles!
A atração Phineas and Ferb & You, chegou no Downtown Disney, e garante muita diversão. A atração vai ficar em Downtown Disney até 01 de dezembro desse ano! Então se você quer conhecer, programe-se para vir ainda este ano, para desfrutar dessa experiência incrível.